Noites de Caos (novel) - Capítulo 95
Tradução: Gab
Jihak agarrou os seus quadris. E apontou o pau para a entrada dela.
“Então me peça para foder você.”
“Não fale desse jeito…”
“Shhh.”— Ele meteu a sua masculinidade fundo dentro dela. Podia sentir o interior dela tremendo.
Eun-Ha, que inclinou a cabeça para trás, deixou escapar um gemido.— “Ah!”
Seu interior molhado estava branco como um caqui. A temperatura do corpo dela aumentava.
“Ahh!”
Jihak começou lentamente a se mover dentro dela. Incomodava-o que seus joelhos raspassem no chão áspero, mas ele não queria parar.
Ele massageou os seios dela mais rápido. Mordeu o seu pescoço, onde o cabelo molhado grudava. Cada vez que fazia isso, o orifício de Eun-Ha se contraía repetidas vezes e o atrito lascivo ecoava enquanto ela gemia. Jihak estava sem controle. Aquela mulher havia se tornado o mundo dele.
“Ah!”
Cada vez que a sua masculinidade penetrava fundo, sons molhados estimulavam seus ouvidos e a língua dela ficava visível entre os lábios semiabertos.
Então ele sugou a língua dela, doce como uma fruta.
Quando a sua glande pressionou fundo dentro dela, naquele lugar mais sensível e difícil de alcançar, ela soltou um gemido profundo.
“Ah! Pare.”
“Mas você parece estar gostando.”
“Jihak! Ah!”
Quando ele pressionou o pau bem fundo nela, ela sentiu a respiração falhar. Um líquido viscoso, que saiu de dentro, encharcou o chão. Eun-Ha foi dominada por uma sensação inexplicável que a fez sentir como se estivesse perdendo a razão. Os dedos dos pés se contraíram. O corpo dela se enrijeceu e derreteu com o prazer que sentia. Ela perdeu o controle. Parecia que algo se acumulava dentro de si, prestes a explodir e ela não conseguiu segurar.
Envergonhada, arranhou o braço dele.
“Ah!”
O brilho nos furiosos olhos dele mudou. Seu olhar agora era o de uma fera. A mulher tremeu. Quando ele riu, seu hálito quente se espalhou. O corpo inteiro dela estava vermelho, como o de alguém que esteve numa fonte termal. Era belo como pétalas de flores caindo. Ele respirou fundo.
Jihak começou a beijá-la. Ele nem percebeu quando sua semente escorreu. Os fluidos dela se misturaram com a semente branca dele.
Eun-Ha se contorceu.
Ela é minha.
Os olhos dele estavam vermelhos de loucura.
Ela é minha.
Ele acariciou o pescoço esguio dela.
A sensação de formigamento que começou nos pés subiu até a virilha. Sentiu como se um relâmpago o tivesse atingido. Ele abraçou o corpo indefeso da mulher como um bote salva-vidas.
***
Sua visão clareou tanto que ele conseguiu ver o banheiro envolto em vapor.
Merda.
As pálpebras fechadas dela tremeram. Ela parecia alguém com febre, respirando com dificuldade.
Jihak beijou a testa dela enquanto a jovem era tomada pelo prazer. Então, lentamente, baixou os lábios até a boca dela. Os delicados lábios dela o acolheram; em vez de se fecharem, se abriram. Suas línguas escorregadias roçaram os lábios um do outro, depois se entrelaçaram.
O beijo se prolongou.