Noites de Caos (novel) - Capítulo 94
Tradução: Gab
Ele estendeu o braço novamente. Então ela escreveu o próprio nome, caractere por caractere.
李誾霞
“Meu nome não é comum, mas significa um dia agradável. Meu pai me disse que escolheu esse nome para que eu pudesse viver em paz para sempre. Mas não tenho certeza disso, pois nunca tive uma noite tranquila.”
Ele assentiu. Os três caracteres foram escritos abaixo do nome dele.— “Seu pai deve tê-la estimado bastante. Não é isso que todos desejam? Uma noite suave, uma noite despreocupada. Existe felicidade maior do que essa?”
“Acha mesmo isso? Perdi o meu pai quando era jovem, não pude perguntar o verdadeiro significado.”
“Qual era a profissão do seu pai?”— Jihak segurou o queixo de Eun-Ha, que começou a tremer. No entanto, sua expressão permaneceu inalterada, assim como quando ela apontou o rifle com ousadia.— “Diga.”
“Meu pai era leitor. Ele amava livros. Crianças eram seu ponto fraco. No entanto, morreu depois de ser espancado, acusado de assediar as damas nobres.”
Ele viu o próprio reflexo nos olhos dela. Não havia sequer dúvida em seu olhar. Quanto mais o contato visual se prolongava, mais calor se acumulava em seu peito. A respiração dele ficou pesada. Jihak tomou os lábios dela.
O pincel que caiu no chão rolou. Em seguida, a pedra de tinta tombou, manchando o piso.
A mente dele se tornou caótica.
***
Eun-Ha inspirou quando seu pau a penetrou.
“Você precisa se mexer mais.”
Jihak abriu as suas nádegas enquanto ela se sentava em seu colo. Seus mamilos se contraíram ainda mais. Então ele os mordeu, depois os massageou com ambas as mãos.
“Está doendo…”
O rosto dela encontrava-se vermelho, como se estivesse com febre. Jihak agarrou a sua cintura para fazê-la se mover, jamais parando de chupar os seus mamilos. Ele podia sentir claramente a sua boceta molhada.
Quando agarrou o cabelo de Eun-Ha, olhou para a tinta escorrendo de seu antebraço. O líquido negro manchou o corpo dela. Seu desejo feroz aumentou. Ele deitou-a no chão quente. O corpo dela, agora sobre a pedra negra aquecida pelo calor geotérmico, o excitou.
Jihak afastou os fracos joelhos dela, abrindo os seus lábios, os quais pareciam pétalas de flores, e deixou a própria saliva cair sobre a pérola escondida em seu âmago.
Ela se sobressaltou com a sensação.
Jihak, que havia abaixado a parte superior do corpo, inseriu a língua. Enquanto chupava o clitóris exposto dela, ela arqueava as costas e sacudia a cabeça, suas pernas tremiam como as de um herbívoro capturado vivo.
Cada vez que ele passava a língua por seu clitóris, mais fluido minava dela. Quando ele movia a língua em círculos, ela soltava um longo suspiro.
“Ah!”
Enquanto a atormentava com mais persistência, ele inseriu dois dedos em sua entrada. Quando os esticou como uma tesoura, o interior dela se contraiu. Ele também estava sofrendo. Sua semente, escorrendo pela cabeça de seu pau, manchou a pedra negra. Embora não tivesse se masturbando, a voz da mulher o fez alcançar um clímax precoce.
O desejo de penetrá-la como um louco naquele instante colidia com a vontade de observar por mais tempo o corpo que tremia cada vez que sua língua o tocava.
Ele escolheu a segunda opção e lambeu os fluidos dela.
Jihak levantou a parte superior do corpo, e então, ela envolveu o pescoço dele com os braços.
“Depressa. Jihak.”