As Noites da Imperatriz (novel) - Capítulo 23
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Tradução: Gab
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Quanto tempo havia passado?
A Aran abriu os olhos de repente. A água morna havia esfriado durante o tempo em que dormira. Ainda assim, o frio era estranhamente imperceptível. Pouco depois, ela percebeu que uma temperatura corporal quente envolvia firmemente seu corpo por trás. Uma faixa larga cobriu-lhe suavemente a boca, que estava prestes a gritar de susto.
“Sou eu.”— Era uma voz que lhe era excessivamente familiar. Aran olhou para trás lentamente. Enoch sorriu quando seus olhares se encontraram.
Aran não conseguiu acompanhar a situação. Ela esperava que ele a visitasse mais cedo ou mais tarde, mas não assim, não de forma tão repentina… e muito menos no banheiro. Jamais sonhara que cometeriam atos tão indecorosos no banheiro.
“Quando você chegou…?”— perguntou, escondendo a surpresa.
“Não faz muito tempo. Você estava dormindo e eu não quis acordá-la.”
“Você…?”— Aran respondeu devagar, fingindo naturalidade enquanto tentava se libertar do homem que a segurava firmemente pela cintura.
Quando conseguiu afastar os braços dele, Enoch a puxou de volta e passou a vagar a mão por sua barriga, cintura e coxas.
“Você ganhou peso nesses últimos dias.”
“…O quê?”
“Deve ter ficado confortável enquanto eu estava fora.”
As mãos de Enoch, que percorriam a sua cintura, subiram e agarraram seus seios macias, que ondulavam suavemente na água.
“Isso aqui também parece ter crescido.”
Uma voz misturada a risos soou colada ao ouvido dela. Ele mordiscou sua orelha. Aran, que não estava preparada, assustou-se, o corpo enrijecendo.
“Você não vai perguntar o que eu tenho feito?”— disse Enoch, com um tom carregado de tristeza.
“…O que tem feito?”— Aran perguntou a contragosto.
As grandes mãos tocando suas pernas e outras partes a perturbavam, mas ela decidiu suportar. Em plena luz do dia, aquilo seria tolerável, se não fosse o que havia acontecido em seu gabinete.
“Fui visitar certo Marquês.”
“Seria o Marquês Bjorn?”— perguntou, surpresa com a informação inesperada.
“Sim.”
“Por quê… Como…!”
Os dedos elegantes, porém calejados, de Enoch roçaram seu mamilo. O mamilo por vontade própria endureceu e se projetou.
“Você não o repreendia, então fui até lá e lhe dei alguns conselhos.”
Era verdade que ela vinha tendo dificuldades com o Marquês Bjorn, mas jamais expressara isso em voz alta. Como ele soubera?
“Costuma franzir levemente a testa toda vez que olha para ele”— respondeu Enoch, como se tivesse lido os pensamentos dela.
“Isso é… demais… par… um… simples Marquês… nngh…!”
De repente, a mão dele afundou entre suas coxas e um dedo foi inserido sem aviso em seu jardim palpitante. Com o ato súbito, Aran prendeu a respiração e franziu o rosto.
“Não… ha… me diga… que você… veio aqui para…”— Com lágrimas nos olhos, Aran olhou para trás. Seu coração afundou ao ver os olhos do Grão-Duque ardendo de desejo.
“Se não gosta, me dê um tapa no rosto. Estou disposto a aceitar isso.”
Mais um dedo a preencheu por dentro, fazendo-a se contrair imediatamente. Em vez da saliva, a água ajudou a facilitar a invasão repentina. O dedo quente investiu contra suas partes mais profundas com intenções evidentes. Aran tremeu de medo. Estava preparada para se relacionar com ele desde o Casamento Sangrento, mas jamais imaginara que fariam isso no banheiro.
Um dedo pressionou apressadamente seu clitóris.
“Huguuuh…”
Enquanto gemia, Enoch apertou suas formas macias e sugou com força sua nuca e os ombros esguios. Era um movimento apressado incomum para ele, que normalmente tomava o tempo necessário para provocá-la incessantemente até que ela chegasse ao limite.
Antes que a Aran estivesse pronta, ele retirou os dedos e ergueu seu corpo, posicionando sua entrada já pulsante sobre a própria masculinidade.
“Não… espere… pare… ahh…!”— Enquanto ela lutava, Enoch agarrou os seus joelhos e abriu ainda mais as suas pernas. Um bastão quente e espesso irrompeu em sua flor, fazendo a água se agitar.
Aran foi incapaz de emitir qualquer som sob a pressão da água e abriu bem os lábios inferiores. Estava mais difícil acomodar a masculinidade de Enoch, pois já fazia um bom tempo.
“Ah… dói…!”— Aran reclamou da dor, mas Enoch continuou. Por fim, sua masculinidade alcançou as partes mais profundas dela.
“Ha… tudo bem.”— Um suspiro satisfeito ecoou junto ao ouvido de Aran.
Em seguida, Enoch começou imediatamente a erguer a sua cintura. A água espirrava em sintonia com os seus movimentos.
“Não… ainda não… não se mexa!”
“Aguente apenas um pouco, Vossa Majestade.”— Não havia qualquer traço de serenidade em sua voz.
“Não…”
O corpo de Aran foi girado, ficando de frente para ele. Não foi fácil resistir às intenções dele, pois Enoch a dominava com facilidade. Ele ergueu a pela cintura e a abaixou novamente, seu interior devorando o pau dele. Não era rápido por estarem na água, mas quando sua flor engoliu a masculinidade dele, um gemido surpreso e prazeroso escapou, e seu ventre se contraiu imediatamente.
Enoch murmurou uma maldição incompreensível e avançou o quadril com rapidez.
“Uguuuh!”