Ainda Nem Era Noite (novel) - Capítulo 06
Tradução: Ahhana
Revisão: Elisa Ezert
– Ei, seu bastardo! Me coloque no chão!
Andra sacudiu o corpo freneticamente, mas Dustin não se moveu. Ele despertou e ficou mais duro do que antes. No atual ponto ela duvidava sequer que ele tivesse um corpo humano. Indefesa, Andra foi conduzida até a sala dos professores por Dustin.
– Ai!
Dustin empurrou Andra para o sofá espaçoso, trancando a sala igual à anterior. Em seguida foi desabotoando as calças. Vendo a cena, o rosto de Andrea se empalideceu. Não era tão ingênua ao ponto de não saber onde isso iria dar.
– S-Seu pervertido maldito!
Andra pode confirmar. Esse bastardo enlouqueceu de vez!
Dustin Airak ficou completamente enlouquecido desde que acordou.
Andra olhou ao redor preocupada, procurando por algo que pudesse virar uma arma. Então percebendo que ainda tinha um cinzeiro em mãos, jogou sem hesitação na cabeça de Dustin quando ele se aproximou dela.
Baque!
– …
O silêncio veio por um momento. Andra alternava o olhar entre o cinzeiro quebrado ao meio e a cabeça de Dustin pingando sangue. Dustin cambaleou por um momento enquanto tocava a cabeça com as pontas dos dedos. Enquanto isso, Andra levantava rapidamente do sofá.
´O que caralhos aconteceu?´
Andra respirava fundo, tentando esconder as mãos tremendo. Ela estava confusa, só estava indo ver o professor. Como ela acabou nessa situação com Dustin Airak?
Momentos antes, Dustin levantou-se. A aura que havia antes enquanto cambaleava até ela havia desaparecido completamente. Ele murmurou com uma voz baixa enquanto limpava o sangue da testa com uma expressão séria.
– Isso é real demais para ser ilusão.
Dustin ergueu a cabeça e olhou para Andra, que estava presa entre a parede a impedindo de recuar. Como um raio encurralado. Mas Andra já havia encontrado algo na escrivaninha e logo ameaçou Dustin,que era um abridor de cartas.
– Se você der mais um passo…
– O que você vai fazer com isso?
– Talvez enfiar em um de seus olhos?
Como se ela realmente fosse fazer, Andra balançou a pequena faça e Dustin estalou a língua.
– Você precisa saber, seja realidade ou fantasia, seu temperamento é péssimo.
– Acha que aqui nesse momento é fantasia? Dustin Airak, sejamos francos. Você está drogado,certo?
– Qual droga? Nenhuma delas funciona. Certo, fique quieta. Eu não estou com paciência.
– Você é o único que está testando minha paciência, ah…
Dustin dominou Andra com facilidade, arrancou a faca e a forçou a se deitar sobre a mesa. Isso era como um sonho, com aquele corpo o deixando louco.
Ugh! Andra deu um gritinho quando seu queixo bateu sob a mesa. Mas logo uma mão grande e quente deslizou para dentro de sua calça e tocou sua vagina por cima da calcinha. Ela não conseguiu falar nada, como se sua garganta estivesse bloqueada.
Os dedos grossos roçaram seu clitóris por cima do tecido, um prazer estranho passou por sua cintura. Andra prendeu sua respiração, esquecendo sua rebeldia. Se contorceu quando os dedos entraram pela calcinha, e deslizaram pelo clitóris. Aos poucos pré-gozo foram descendo e molhando sua calcinha.
– Olhe só, eu ainda nem te toquei direito, e já está toda molhada.
– Du-Dustin Airak, espera um instante…
Andra agarrou as calças e bateu com uma mão na mesa apressadamente, parando Dustin que já estava descendo sua calcinha.
– Me escuta! Vo-você está totalmente fora de si!
– Se eu estivesse são, seria ainda mais estanho.
– Que…
Infelizmente, as palavras de Andra não vieram. Isso porque o homem enfiou com força seu pau pulsante, em seu interior ainda não preparado totalmente.
Ah…! Sentindo uma dor ardente, Andra sequer conseguiu gemer, apenas arranhou a mesa. Lágrimas brotaram de seus olhos. Isso é loucura…! Mesmo que ele ainda não tivesse penetrado tudo, estava apertado demais para aceitar. Parecia que seu interior estava completamente cheio, fazendo suas pernas tremerem.
Nesse momento, Dustin soltou um suspiro profundo.
– Você está certa, Andra Avelin. É a única que faz meu pau reagir assim..
Fwop. Dustin agarrou a cintura de Andra e a penetrou.
– Ngh…! Aah!
Esse desgraçado!
A respiração que ela vinha prendendo escapou num suspiro quando ele penetrou profundamente. O corpo de Andra desabou sobre a mesa, tremendo. A estocada repentina, aquele pênis pressionando seu interior, a estava estimulando. Além disso, sua mente ficou imediatamente em branco com aquela única estocada. Sua vagina ardia. Ela estava tão cheia que era difícil respirar, como se até mesmo sua racionalidade tivesse sido deixada de lado.
Seu corpo inteiro formigava. Mesmo que ele tivesse acabado de penetrá-la, depois de um tempo, sua vagina começou a ficar úmida. Contrariando a intenção de Andra, suas paredes internas se contraíram e apertaram ao redor do pau de Dustin, era a estimulação e o prazer que a atingira surpreendentemente rápido. Ela quase poderia dizer que gostou.
Era como se alguém tivesse lançado um feitiço que aumentasse sua sensibilidade.
– Aah…
– Ah… Acho que não aguento se você apertar demais.
Dustin entrou até o fundo com seu pau, sem se mover imediatamente enquanto respirava profundamente. Andra o envolveu com tanta força que ele quase gozou assim que o inseriu. Graças a isso, se surpreendeu. Antes era difícil pra gozar tão facilmente, e com ela quase havia gozado de primeira. Não só isso, sua razão estava voltando.
‘Mas aquilo era mesmo uma ilusão?’
Dustin olhou para baixo, com um olhar ligeiramente inquieto, e encarou Andra, que estava embaixo dele. Sua última lembrança de Andra era dela fugindo depois que ele perdeu a consciência por um instante.
Ele deu uma leve checada nas nádegas imaculadas de Andra e deu um tapa nelas. Andra se assustou e recuou. Ao mesmo tempo, ele sentiu a parede interna contrair o pênis com mais força do que antes, estimulando-o.
– Ugh, não… aperte.
As preocupações de Dustin se dissiparam assim que ela o apertou. ‘Droga, qual é o sentido disso?’ O desejo sexual reprimido dominou sua mente mais uma vez. Ele parecia uma fera no cio. Agarrou a bunda de Andra com força com as duas mãos e a segurou no lugar antes de mexer.
Andra se distraiu rapidamente com a tentativa de Dustin de mover sua cintura e agarrou seu pulso.
– Du-Dustin Airak seu desgraçado…! Eu sei o que, ugh, você está tentando fazer. Aaah, agora mesmo, hmm! Ah, aah, não se mova..!
– O que mais eu estaria fazendo, estou fodendo com você.
Dustin parou, segurou a mão de Andra e a prendeu à mesa.
– Não se mexa. Quer que eu termine logo, não é?
Andra se assustou com os comentários vulgares de Dustin. Ela virou a cabeça bruscamente e tentou bater no rosto dele, mas Dustin desviou facilmente. Em vez disso, estocou suavemente para dentro.
Com o rosto corado, Andra exclamou lentamente:
– Filho da puta! Saia de dentro de mim! Dessa vez, aaaaahh. E-Eu vou te colocar na cadeia, seu merda…! Pare. Eu vou matar você!
– Boa sorte, tentando.
– Eu não sei como vou fazer isso, mas… ah! Ah, aaahhng!
Andra não conseguiu terminar de falar, incapaz de suportar a pulsação dentro dela. Abaixou a cabeça e mordeu o lábio inferior. Quase praguejou. Havia uma considerável estimulação vinda de baixo. Embora ainda estivesse um pouco rígida, sua vagina já estava bastante dilatada.
O corpo de Andra definitivamente estava aceitando Dustin.
‘Bobagem!’
Ele nem sequer a acariciou direito e tentou enfiar só até a metade, mas ela ficou tão molhada. Andra achou óbvio que seu corpo tinha se tornado estranho, não era tão sensível. Se fosse seu corpo normal, ela teria soltado um grito de dor porque não estaria molhada. Seria um bônus adicional se ela gritasse com Dustin toda vez que ele se movesse.
‘O que está acontecendo!’
Andra arfava em busca de ar devido aos movimentos lentos de Dustin, enquanto lutava para conter seus gemidos. Mas o prazer que percorria dentro de si era insuportável, e sua cintura também se movia.
Na verdade, ela esperava que ele a penetrasse com mais força. Estava em conflito porque seu corpo estava louco pela estimulação, não obedecendo à sua vontade. Também tentou esvaziar a mente, como fizera na masmorra.
Enquanto isso, Dustin, que enfiou uma das mãos no casaco de Andra e começou a massagear seus seios, murmurou algo, mordiscando sua nuca:
– Ah, isso é gostoso para você também … Esse sentimento…
– Quem está sentindo o que…aaahhn, por favor… Pare, co-com tudo. Seu Bastardo…! Você, ah, ah, ah, você fez isso. Na, na masmorra… aaahhn! Ugh! Ah ah!
– Pare de negar, abra mais suas pernas.
– Seu maluco, desgra…! Ah, hmm! Eu vou te.. matar! Aaahng!
Andra não suportava a pressão em sua vagina e fechou os olhos com força. Como diabos ele sabia disso? Dustin vinha a penetrando por trás há um tempo, escolhendo apenas os lugares que faziam Andra enlouquecer.
Andra de repente teve a ideia de que o que havia acontecido dentro da masmorra poderia não ser uma fantasia, mas sim realidade. Caso contrário, Dustin não teria conhecido tão bem o seu corpo.
‘Isto é uma loucura!’
Mas depois de um tempo…
Diante do prazer estonteante, Andra não conseguia pensar em nada de imediato.
‘Ah… Tão bom… profundo…
Andra, sem perceber, começou a mover a cintura para acompanhar os movimentos de Dustin. Depois disso, talvez fosse bom. O prazer que a invadia era suculento naquele momento. Era apenas um desejo irracional de ter o pau que entrava e saia dela.
– Ah, ah! Fun…do! Ugh, mais. Ah, ah…
– … Ha, quem diria que eu faria isso com você.
Sua mão, que antes massageava os seios volumosos de Andra, de repente ergueu uma das pernas dela. A calcinha deslizou pelos tornozelos e suas pernas se abriram, revelando mais do que sua vagina. Ali estava o pau grosso que se movia para frente e para trás dentro de si. O som de um líquido pingando ecoou pela sala. Dustin penetrou com mais força do que antes.
Em seguida se seguiu o som de carne batendo em carne.
– Ugh, por que tinha que ser você, Andra Avelin? Caindo juntos numa masmorra. Droga, é isso mesmo, a masmorra… O que você fez comigo?
Continua …